CARREIRA: O QUE EU FAÇO AGORA?


Quem nunca se deparou com essa pergunta, seja, quando jovens, no início da vida profissional ou já adultos, diante de uma demissão ou por insatisfação com o rumo de sua carreira?

Costumamos nos preocupar com o que nossa família e amigos vão pensar, se teremos condições de sustentar o estilo de vida que temos ou que sonhamos ter, muitos cenários e muitas questões abertas sobre as possibilidades de carreira.

Então, passamos a buscar respostas e opções às quais estejam alinhadas com nossa forma de pensar, com nossas preferências, sonhos, etc. Fazer essa análise requer muita atenção, afinal, ela tem um significado e um impacto diferente para cada um de nós.

Não há fórmula mágica ou respostas prontas, pois podemos compartilhar dos mesmos valores, mas não das mesmas crenças, ou seja, o sucesso e o reconhecimento são valores comumente importantes para a maioria das pessoas, mas para cada uma delas há significados diferentes.

Dentro de uma empresa por exemplo, cada um de nós reage de uma forma à sua cultura, alguns possuem valores alinhados com os da empresa, não requer esforço trabalhar ali, outros, necessitam de desenvolvimento ou de um esforço muito além do que se está disposto a investir.

Abrir um negócio pode parecer a solução de início, para algumas pessoas, mas quando analisam o que o negócio exige e o impacto em sua vida, essa possibilidade pode ser descartada rapidamente.

Seja qual for o cenário, é preciso nos conhecer melhor, nossos talentos, pontos fortes, valores, crenças, entender nossas reações, do que estamos dispostos a abrir mão, qual nosso propósito e assumir uma direção.

Não devemos fugir dos nossos sonhos e nem da nossa realidade. Algumas escolhas precisam seguir um caminho diferente do que gostaríamos, naquele momento, seja por uma necessidade financeira ou outro motivo, mas o importante é não perder o sonho de vista, movimentar-se em direção a ele, se planejando e executando ações possíveis hoje para concretizá-lo.

Todos nós temos metas pessoais e pensar objetivamente sobre o impacto de determinada carreira sobre essas metas é importante para definirmos prioridades e traçarmos um plano.

A percepção muda de acordo com a fase de vida que estamos, se um jovem a decidir pela carreira, temos o papel forte da família, do ambiente familiar, das histórias, a busca por aceitação e se na fase adulta, as necessidades e visão de futuro mudam.

Investir numa ajuda profissional, como o processo de coaching é uma opção para quem deseja apoio para conhecer, desenvolver e obter direção em cada etapa na escolha de sua carreira ou para quem precisa desenvolver uma competência importante para o cargo atual ou projeto futuro.

O coaching de carreira investiga muito o coachee (cliente) e orienta na etapa e não na decisão, permitindo ao coachee (cliente) encontrar suas respostas.

Coaching não é trabalho de recolocação, outplacement ou aconselhamento de carreira (Construção de CV, Network, vagas,). O Coaching entra no início do processo, para identificar as possibilidades de carreira de acordo com os valores e propósitos do coachee (cliente).

Quanto mais conscientes de nossas escolhas mais assertivas serão nossas decisões.

Esperar por garantias para mover-se é um erro! Minimizar riscos é sempre importante e fazemos isso quando optamos em analisar e planejar nossas ações, mas, não temos garantias de sucesso, somente na prática, saberemos o que está ou não funcionando e como devemos fazer os ajustes necessários, portanto, esperar por garantias para poder iniciar um processo de transição é se acomodar e alimentar a desistência.

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